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Plástico reciclado em vez de madeira

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publicado em 13/01/2010 às 10:58 ,
atualizado em 13/01/2010 às 10:58
por Isabel Kopschitz | Fonte: O Globo

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O uso de formas plásticas com 50% de material reciclado (garrafas PET) na estrutura de prédios é uma maneira eficiente de reduzir a quase zero a quantidade de madeira empregada numa obra. É o que afirma o engenheiro Luiz Edmundo Pereira, sócio-diretor da Premag/Impacto Rio, que adota a técnica ecologicamente correta desde 2007.

Produzido pela empresa no Ceará – a partir de garrafas PET recolhidas por cerca de mil catadores da região – o chamado “plasterit” substitui os compensados de madeira tradicionalmente utilizados como suporte para a confecção da laje plana “tipo cogumelo” (que é feita de concreto protendido, não necessitando de vigas). O uso do plasterit na construção civil evita o desmatamento e ainda a queima de madeira, já que os compensados tradicionais têm pouca durabilidade e são, posteriormente, queimados. A tecnologia também dá um destino útil às garrafas PET, tão nocivas à natureza.

“Essa concepção estrutural, aliada ao uso das formas plásticas com material reciclado e de peças metálicas, reduz o gasto de madeira a praticamente zero, numa edificação – afirma Pereira, lembrando que a tecnologia com material reciclado rendeu à Promag/Impacto Rio o prêmio Top Imobiliário 2009 da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Niterói), na categoria Sustentabilidade ambiental.

Segundo o engenheiro, o emprego do plasterit na estrutura dos prédios também é mais econômico, pois os compensados do material podem ser reutilizados várias vezes (eles apenas dão suporte à laje, bem como as estruturas metálicas, e todos são retirados após alguns dias). O resultado é uma economia de cerca de 15% no valor da estrutura do prédio.

A Premag/Impacto Rio já ergueu seis edificações com essa tecnologia no estado (todas em Niterói), e há mais cinco em construção: duas em Niterói, duas em Rio das Ostras e uma em Macaé. Entre elas, a do Hospital Icaraí, na Marquês do Paraná, e o prédio residencial La Brisa, na Praia de Piratininga.

“Nesta obra, deixamos de utilizar de 60 a 70 metros cúbicos de madeira, o que representaria o desmatamento de dezenas de árvores. Optamos por fazer uma obra ecologicamente perfeita e correta”, diz Ronaldo Gabry, presidente da construtora Equipe Projetos Construções, responsável pelo La Brisa.

LEIA MAIS:

RECICLAR NÃO É UM BICHO DE SETE CABEÇAS

EM RONDÔNIA, PNEUS VELHOS VIRAM PUFES CHEIOS DE ESTILO

publicado em 14/05/2012 �s 14:37,
atualizado em 16/05/2012 �s 16:49
por Raiane Nogueira | Fonte: Jornal Extra

Comentários (3)


  • disse:    ( 08.06.2010 às 8:39 )

    Sou engenheiro civil e gostaria como obter maiores informaes sobre esse material utilizado nas obras citadas.

    Att

    Rossano Latrnico


  • Jadislaine Santos da Silva disse:    ( 25.02.2010 às 11:14 )

    Oi!
    As mesmas dvidas acima:
    Tel para contato com o Fabricante.
    Creio que um produto impermevel a gua???
    Preo por m2.


  • Sérgio Sá-Carneiro disse:    ( 17.01.2010 às 11:32 )

    Muito bom aproveitamento!!!
    Quero mais!!!
    Tel para contato com o Fabricante.
    Creio que é um produto impermeável a água???
    Preço por m2.



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